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Erros de português mais comuns - Realiza
em 01 de dezembro de 2020

Que a língua portuguesa e sua gramática é bem desafiadora todos nós já sabemos. Dentre os vários idiomas do mundo, pode-se dizer que português fica entre os mais difíceis quanto a assimilação gramatical.

Por isso, na hora do concurso, essa matéria que muitas vezes não ganha a devida atenção, pode se tornar determinante para sua aprovação ou reprovação. Erros básicos podem tirar aquele pontinho necessário para alcançar o seu sonho.

Confira os erros de português mais comuns e tome nota para não errar novamente. Lembrando que não basta apenas decorar. Para adquirir verdadeira fluência em nossa língua natal é necessário vivenciá-la. Ler com frequência e se aventurar pela redação são formas de garantir um bom aprendizado.

 

Os erros de português mais comuns:

 

Mais x Mas

Esse dilema é um velho conhecido dos estudantes e pode ser que você ainda não tenha superado. A fonética, ou som, dessas palavras é muito semelhante, e por isso fácil de ser confundido.

Porém, essas duas palavrinhas têm funções bem distintas. Observe:

Mais: a palavra “mais” possui como antônimo o “menos”. Nesse caso, ela indica a soma ou o aumento da quantidade de algo. Exemplo: Quanto mais amor, melhor!

Mas: já a palavra “mas” pode desempenhar o papel de substantivo, conjunção ou advérbio. Como substantivo, o “mas” está associado a algum defeito. Por exemplo: Podia ser inteligente, mas não estudava como devia.

 

Onde x Aonde

Esse é sem dúvida o campeão de dúvidas entre os alunos. Aqui é necessário muita atenção, pois as duas expressões indicam a ideia de lugar, no entanto, com ênfases diferentes. Entenda:

Onde: dá a ideia de permanência e ideia de lugar. Por exemplo: “Onde você cresceu?”

Aonde: é um advérbio, mas não deve ser utilizado quando a ideia for de lugar fixo, mas quando transmitir a ideia de movimento (ir, chegar e pedalar pedem o uso de “aonde”) Exemplo: Aonde você irá depois do jantar?

 

Agente x A gente

Você pode até achar que é difícil errar aqui, mas a realidade é que a maioria dos alunos ainda se confundem com o emprego dessas expressões. Anote para não trocá-los nunca mais:

Agente: é utilizado para designar o agente da ação ou uma pessoa que cumpre determinada função. Exemplo: Eu sou Agente de Trânsito do estado de Goiás.

A gente: é usado quando queremos dizer nós, equivale ao pronome pessoal. Exemplo: A gente costuma estudar em grupo para nos motivarmos.

 

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